O que são VMs em TI e como migrar para o Google Cloud?
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A computação na nuvem (cloud computing) tem sido muito útil para empresas de todos os portes e tamanhos. E as VMs ou máquinas virtuais são um dos produtos mais utilizados para migração de servidor, otimizando o uso e o desempenho, além de garantir a segurança dos dados. 

O motivo dessa mudança está no avanço da transformação digital que, segundo a SADA Systems Digital Transformation Survey, 49% das empresas entrevistadas consideram como uma prioridade altíssima em seus negócios.

Além disso, a tecnologia está cada vez mais acessível. Então, uma pequena empresa pode configurar uma VM na nuvem para começar suas operações totalmente digitalizadas.

Na outra ponta, as grandes empresas, aos poucos, estão deixando de manter data centers próprios que custam caro para usar as máquinas virtuais.

Se você ainda não conhece o potencial das VMs e também não faz ideia de como migrar para máquinas virtuais, este artigo é para você, pois vamos explicar:

  • O que é VM em TI?
  • Como funcionam as máquinas virtuais?
  • Como migrar VM para o Google Cloud Platform

Boa leitura!

O que é VM em TI?

VM é a abreviação de virtual machine, em português, a tradução literal é máquina virtual, mas podemos chamar também de computador virtual.

As VMs são softwares de computação em nuvem, recursos de Tecnologia da Informação (TI), capazes de rodar sistemas operacionais ou programas. É como se fosse um pequeno computador com configurações personalizadas dentro de um computador maior.

Antes do surgimento dos serviços digitais, a opção era criar um data center próprio com todos os equipamentos de hardware para hospedar e executar os softwares desenvolvidos pelas empresas.

Corta para anos depois e, ao invés de ter um gasto homérico para manter um data center, é possível usar e pagar por uma fração de um data center do Google, por exemplo, para criar as VMs da sua empresa. 

Dessa forma, seu negócio pode ter 50 VMs, cada uma com uma capacidade e configuração específicas, acessíveis de um computador físico, o que elimina a necessidade de comprar máquinas separadas para montar essa infraestrutura. 

Como funciona uma máquina virtual (MV)?

Pelo exemplo acima, já é possível visualizar como funciona uma máquina virtual.

Depois de fazer contato com um provedor de VMs, você pode configurar a máquina exatamente como você deseja ou usar máquinas com configurações predefinidas pelo sistema.

Detalhes como tipo de carga de trabalho, capacidade do CPU, quantidade de memória, entre outros são definidos de acordo com a necessidade de operação para a solução que será criada — um site, um software como serviço, um sistema de armazenamento, um aplicativo, etc. 

Essa infraestrutura fica na nuvem, ou seja, a partir de uma conexão com a internet ela é 100% gerenciável de qualquer lugar do mundo.

Então, seja para criar VMs que vão hospedar um banco de dados empresarial ou para hospedar o sistema operacional de um aplicativo, digitalizar é uma excelente forma de trazer agilidade para os negócios.

Sem contar as possibilidades de escalar o uso com facilidade, criando quantas máquinas virtuais forem necessárias, por um custo mais otimizado.

Como migrar VMs para o Google Cloud Platform?

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Um dos provedores líderes do mercado para criação de VM e outros produtos na nuvem é o Google Cloud Platform

Por isso, vamos utilizá-lo como exemplo para explicar como migrar máquinas virtuais para a nuvem. Então, se você planeja conduzir o seu negócio para essa transição, vale a pena conhecer o passo a passo.

A migração de VMs para o Google Cloud é dividida em quatro etapas:

  1. Avaliar;
  2. Planejar;
  3. Implantar;
  4. Otimizar.

Entenda o que é feita em cada etapa nos tópicos a seguir:

1. Avaliar

Quando uma empresa tem como objetivo migrar suas VMs (máquinas virtuais), primeiro, ela precisa avaliar toda a estrutura que já existe.

O objetivo é saber se o ambiente de origem e as cargas de trabalho atuais são compatíveis com a infraestrutura em nuvem do provedor. 

Esse processo é feito com a ajuda do Migrate for Compute Engine que auxilia todo o processo de migração das empresas para a nuvem do Google Cloud.

A migração pode ter como origem ambientes de VM de outros provedores como vSphere, Microsoft Azure ou Amazon Elastic Compute Cloud (Amazon EC2). Servidores físicos compatíveis com o Google Cloud também entram na lista. 

Seguindo a orientação do sistema de migração do Google Cloud, a avaliação deve passar pela seguintes subetapas:

  • Criação de um inventário completo dos apps da empresa;
  • Catalogação dos apps de acordo com suas propriedades e dependências;
  • Treinamento e instrução das equipes no Google Cloud;
  • Criação de um experimento e uma prova de conceito no Google Cloud;
  • Cálculo do custo total de propriedade (TCO) do ambiente de destino;
  • Escolha das cargas de trabalho que a empresa deseja migrar primeiro.

2. Planejar

Depois da avaliação, começa o planejamento para migrar para as VMs. Essa etapa inclui conhecer os produtos e os serviços que o provedor oferece e quais são úteis para o seu negócio.

Essas informações evitam erros na execução da migração que podem atrasar a transição e prejudicar o andamento do trabalho da equipe e os clientes. 

Então, a partir dessa pesquisa, é possível separar quais produtos serão usados e planejar toda a arquitetura em nuvem para que a migração ocorra com mais assertividade. 

3. Implantar

A etapa de implantação é o momento em que o planejamento é executado na prática e começam as transferências do ambiente de origem para as VMs no Google Cloud.

Ter um profissional ou assessoria de TI à frente dessa fase é essencial para garantir que a parte técnica seja executada corretamente.

O trabalho é realizado com o auxílio do Migrate for Compute Engine e passa por cinco subetapas:

  1. preparação das VMs;
  2. organização das migrações em sprints;
  3. criação de runbooks;
  4. criação de ondas;
  5. execução de jobs em ondas.
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Exemplo de diagrama da Linguagem de modelagem unificada para migração. Fonte Google Cloud.

4. Otimizar

Por fim, a otimização é a etapa para analisar como ficou a estrutura das VMs (máquinas virtuais) no novo ambiente e fazer os ajustes necessários.

Um ponto importante é ver a otimização como uma tarefa contínua, pois melhorias sempre podem ser implementadas.

Então, vale a pena programar e executar de tempos em tempos uma otimização das VMs para manter os sistemas com o máximo de desempenho possível.

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